Enquanto a duplicação da PR-323 não sai, morrem mais dois

A campanha pela duplicação da PR-323, trecho que liga Maringá a Iporã, cerca de 210 quilômetros passando por Cianorte, Tapejara, Cruzeiro do Oeste, Umuarama, Perobal e Cafezal do Sul e outros 60 quilômetros da BR-272, entre Iporã e Guairá, sendo esta uma rodovia federal, faz mesmo sentido se considerarmos o número crescente de acidentes (731) registrado no ano passado,  208 a mais que em 2009.

E no final de semana, mais duas pessoas morreram em menos de 24 horas. Por volta das 6h de domingo (16) às 5h desta segunda-feira (17), entre Cruzeiro do Oeste e Umuarama.

O movimento é uma iniciativa da Arquidiocese de Maringá com o apoio de entidades, como as associações comerciais de Umuarama e de Cianorte, o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), a Polícia Rodoviária, a Cocamar e o Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá. Toda campanha pela vida é válida, mas sabemos que só duplicar a 323 não é suficiente, se os motoristas não se conscientizarem que a segurança nas rodovias é uma responsabilidade de cada um.

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