Aprovação das cotas raciais na UEM

Foto: Paulo Vitor

Ontem foi um dia importante para a história de inclusão social da Universidade Estadual de Maringá (UEM), pois o Câmara de Graduação e Extensão da UEM aprovou a implementação de 20% de cotas para negros e pardos. A proposta segue agora para o Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da UEM, que discutirá o assunto e posteriormente decidirá, em votação no dia 20 de novembro, se aprova ou não a criação das cotas raciais. Sendo aprovada essa mudança, as cotas raciais passarão a valer a partir de 2021.

Segundo a professora Marivânia Araújo, uma das integrantes do grupo pró-cotas na UEM, o que a universidade tem hoje são cotas sociais, porém não são suficientes para atender a população negra. Ela explica que a instituição tem um percentual muito baixo de alunos negros e que mesmo com a implantação das cotas sociais não houve um aumento significativo de inclusão desse grupo social.

“A luta é pela adesão às cotas raciais direcionadas aos candidatos negros e pardos do vestibular. Dia 06 de novembro será lembrado como um dia histórico por todos nós que acreditamos nessa mudança justa e social”, enfatiza Marivânia.

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