Mês da mulher terá programação especial

Durante o mês de março, a Aduem homenageará as associadas com uma programação especial que contemplará vários temas. No dia 08 será promovido um "Momento Mulher" com frisantes e brindes.
O evento será às 16h, na Sede Administrativa. Todas as sócias estão convidadas. Na oportunidade serão distribuídos brindes das empresas parceiras: Cacau Show, Bella Face, Lelimel, Elton Seguros, Unimed e Couro.Com.

 

Março terá programação especial para as mulheres

A Aduem promoverá uma programação especial no mês de março voltado para o público feminino em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Serão desenvolvidas diversas atividades que proporcionem o bem estar físico, psíquico e social da mulher. No dia 7 haverá tarde de manicure, limpeza de pele e outros cuidados para as mulheres. No dia 8 homenagearemos as associadas com delicioso café da tarde, na Sede Administrativa. No dia 10 haverá uma palestra para reforçar valores como ética, amizade, direitos sociais e saúde da mulher. No fim do mês,dia 24, será realizada uma oficina gourmet. Em breve, mais detalhes.

 

Parceria CACAU SHOW e Aduem

A Aduem informa que está fazendo parceria com a empresa CACAU SHOW.

"Nós da CACAU SHOW gostaríamos de expressar a nossa satisfação em demonstrar o especial de Páscoa a você e sua família. A Páscoa traz consigo o sentimento de renovação, fraternidade e a simbologia da prosperidade através dos ovos e do coelho. Nossa finalidade é promover o encontro da maior marca de chocolate do Brasil. A mais premiada em qualidade de matéria prima, excelência em embalagens e status reconhecido em uma marca premium. Neste ano promoveremos a venda direta de vários itens, com condição de pagamento mais acessível e uma entrega diferenciada. E para você, sócio da Aduem, ofereceremos um desconto especial".

UEM se manifesta sobre a adesão ao Meta-4 e a ameaça do Governo

UEM se manifesta sobre a adesão ao Meta-4 e a ameaça do Governo de não pagamento de salário dos servidores.

Fonte:http://www.noticias.uem.br

Em resposta à imposição do Governo do Estado para integração da folha de pagamento da Universidade Estadual de Maringá ao Sistema RH Paraná – Meta-4, o reitor Mauro Baesso reitera a posição de que a UEM não encaminhou a documentação solicitada uma vez que o assunto é objeto de uma ação judicial interposta perante o Tribunal de Justiça do Paraná, que ainda se encontra pendente de julgamento de mérito.

A decisão do reitor tem apoio e amparo do Conselho Universitário (COU) da Instituição e está baseada também em uma decisão do Tribunal de Justiça do Paraná, de 1992, que reconheceu a autonomia das duas maiores universidades do Estado: UEM e UEL.

O reitor ainda afirmou que a UEM irá esgotar todas as possibilidades jurídicas para garantir o pagamento da folha de janeiro dos servidores da Instituição, considerando que há amparo legal para uma contestação judicial, uma vez que está assegurando ao trabalhador  o direito ao salário referente ao serviço prestado.

Segundo Baesso, a Universidade seguiu os trâmites usuais e encaminhou, dentro dos prazos previstos, todas as informações necessárias para a composição da folha. Assim, o entendimento é que o governo não pode se abster de efetuar o pagamento, alegando uma impossibilidade técnica.

O reitor também informa que ainda não foi intimado quanto a decisão do juiz Jailton Juan Carlos Tontini, da 3a. Vara da Fazenda Pública, em Curitiba, que estabelece multa de R$ 500,00 por dia aos gestores das universidades que não entregarem os dados para inclusão no Meta 4. Baesso adiantou que vai esperar a intimação para interpor os recursos cabíveis.

O reitor reforça que é contra o ingresso no Meta-4 sistema que, segundo ele, representa o comprometimento dos pilares que sustentam  uma universidade de excelência como a UEM. Segundo ele, o Meta-4 afetará a autonomia sobre a carreira, deixando os critérios de progressão ou pagamento de TIDE, por exemplo, por decisões não acadêmicas.

Não se trata de falta de transparência, como o governo quer fazer parecer. A Universidade é um órgão público e tem como obrigação prestar conta aos gestores do Estado, o que o faz sistematicamente. O questionamento é tão somente quanto à dinâmica própria que tem uma Universidade, cuja gestão utiliza critérios rígidos dentro de preceitos acadêmicos. O risco é abrir espaço para fazer uso político do orçamento da Universidade. E pior, de comprometer a qualidade que a UEM tanto preza, conquistada ao longo de sua história.